sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O Clone - fotos da melhor novela de todos os tempos

Novela de Glória Perez e Rede Globo


A primeira vez que Lucas e Jade se vêem:





Quando Lucas e Jade se conhecem:







Nessa foto Jade conta a história da pedra de seu colar para Lucas:



                                                   Fotos de quando Lucas retorna a Marrocos:




quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Contato

Contato para anuncio de eventos, pedidos, sugestões  e outros.
Email: rubybellydance@yahoo.com.br

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Beleza: bellydancers brilhantes



A dica de beleza para bellydancers de hoje são os gels glitters para o corpo e cabelo, que possuem discretas particulas de glitter  para você arrasar na sua apresentação, porque nada mais lindo do que um delicado brilho na pele para realçar seu visual e o mais legal  a sua formula não contém álcool e é atoxica e está disponivel em várias cores.
Passe também no cabelo isso deixará seu cabelo arrojado e original.  Eu  uso frequentemente gel glitter nas minhas apresentações
Outro produto maravilhoso que também deixa um brilho dourado  discreto e "skin so soft mineral gems glamourous".
Enriquecido com partículas douradas "skin so soft mineral gems gold" se encontra em Loção para Corpo (250 ml) com fórmula enriquecida com minerais, que deixa a pele hidratada e com um sensual brilho dourado, ha também a versão Óleo para Corpo (200 ml) com fórmula hidratante e nutritiva, com minerais e partículas douradas, deixa a pele irresistivelmente suave ao toque, luminosa e radiante e a versão Gel de Banho (250 ml) com fórmula cremosa que limpa e hidrata a pele, deixando-a suave e luminosa. A linha skin so soft mineral gems gold se completa com o esfoliante.
Eu uso a versão loção e recomendo sou apaixonada por esse creme.


Festival de Danças Ritmos do Oriente 2011

 Shayna Cia. de Dança do Leste
E
Estúdio de Danças Fênix


Orgulhosamente Apresentam

Festival de Danças Ritmos do Oriente 2011 *

Dia 30 de outubro a partir das 11h
Charme Salão de Festas – Av. Itaquera, 296 – Vila Carrão – SP

Modalidades e categorias novas!

* Dança do Ventre * Folclore Árabe * Tribal * Fusões * Dança Cigana * Dança Indiana * Ballet * Jazz * Street Dance * Contemporâneo * Flamenco * Gospel * Dança de Salão *

Solos, duplas e grupos!
Profissional .. Amador .. Juvenil .. Infantil

Esse ano nosso evento chega com algumas novidades:
·        Novo local – com acesso facilitado pelas principais rodovias (Radial Leste, Trabalhadores, Aricanduva etc)
·        Novo Formato – Trabalharemos com o sistema de apoio ao evento, com uma pequena taxa, você poderá divulgar sua escola, seu trabalho e seu evento, através de logotipo no bunner eletrônico, vídeo promocional e durante o evento será falado pelo locutor.

Atenção Tribais!!
Esse ano haverá um bloco inteiro só com a modalidade e premiação para o destaque, não haverá concurso.
Maiores informações

(11) 4113.4017 / 2556.4328




Dança clássica indiana propõe conexão com o Sagrado - clássico odissi


Uma entrevista com a professora Silvana  Duarte sobre a dança Odissi encontrado no site yahoo, divirtam-se................beijos Deusas(es)

 

Dança clássica indiana propõe conexão com o Sagrado

Homens também praticam Odissi e podem interpretar papéis femininos

Os movimentos leves e, ao mesmo tempo, marcantes da dança indiana prendem o olhar. Em destaque desde a estréia de Caminho das Índias, o estilo tem provocado a curiosidade de quem conhece pouco sobre a civilização hindu, de tradição milenar. "Há formas clássicas e folclóricas de dança indiana", explica a professora Silvana Duarte, especializada em Odissi (variação clássica que tem origem na costa leste da Índia).

Diretora artística do Padmaa Arte e Cultura, estúdio para o ensino da dança clássica e tradicional em São Paulo, a bailarina conta que a técnica exige bastante dedicação dos alunos (sim, os homens também podem praticar). A formação completa leva, no mínimo, oito anos de estudo e inclui não apenas o exercício de movimentos, mas o conhecimento de mitologia, filosofia, literatura e do idioma sânscrito.

Mas não há restrição de idade para começar o curso. No Padmaa, as aulas duram 1h30 e são feitas duas vezes por semana, de acordo com Silvana. A maquiagem, que chama a atenção, é reservada para os dias de espetáculo. Já os pés permanecem sempre descalços. Na entrevista abaixo, Silvana conta mais detalhes sobre o estilo clássico Odissi.
É possível usar o termo "dança indiana"? Ou existem danças indianas?
O termo dança indiana abrange formas clássicas e folclóricas da Índia. A dança mostrada na novela recupera expressões de dança folclórica, bem como da industria cinematográfica (Bolywood) indiana, e não formas clássicas de dança. Danças e músicas clássicas são extremamente elaboradas, requintadas e de tradição milenar.

Qual a origem do estilo Odissi?
O estilo clássico de dança, chamado Odissi, tem sua origem no Estado indiano de Orissa, na costa leste da Índia. Por muitos séculos, ele foi ensinado através do sistema de discipulado: havia uma relação de serviço desinteressado, confiança e dedicação entre estudante e mestre. No estado de Orissa, mesmo as pessoas de origem humilde ainda hoje têm acesso ao conhecimento desta arte. Já nas grandes metrópoles indianas, têm acesso a este conhecimento apenas aqueles que podem arcar com mensalidades nem sempre acessíveis à grande maioria.

Os homens também praticam este tipo de dança?
Homens e mulheres podem praticar Odissi. Grandes mestres do estilo Odissi foram homens. Independente da identidade sexual, o dançarino-ator interpreta papéis femininos e masculinos.

Ela simboliza algum tipo de conexão com o Sagrado?

A essência de todas as artes tradicionais na Índia é a espiritualidade. Acredita-se, na Índia, que as artes tradicionais da dança, música, teatro, escultura, pintura, arquitetura e literatura são um meio para se adquirir o conhecimento da Verdade.

Na Índia, as mulheres em geral crescem aprendendo este tipo de dança?

Quando falamos de dança folclórica ou Bolywood, sim. Mas isso não vale para a dança clássica. Na grande maioria das vezes, os jovens que se dedicam à formação num determinado estilo clássico são incentivados pela família (que, por sua vez, já tem um histórico artístico ou é profunda apreciadora das artes clássicas).

Em que ocasiões esta dança é apresentada? Somente nas mais solenes?

É possível assistir apresentações amadoras e profissionais em toda a Índia, seja em teatros, auditórios, festivais ou em apresentações mais informais.

É preciso ter uma formação em dança para aprender?
Não é necessário ter conhecimento ou alguma formação em dança ou teatro, mesmo porque o Odissi possui uma forma e qualidade de movimento muito diferente da dança clássica ou moderna do Ocidente.

Há algum trabalho "psicológico/emocional" favorecido pela técnica?
No plano psíquico podemos somar muitos lucros com uma pratica regular da dança clássica indiana, como a auto-confiança, equilíbrio emocional, clareza mental e tranquilidade.

E em termos de musculatura: quais os músculos mais exigidos?

Todo o corpo do dançarino-ator é solicitado. Existem inúmeras técnicas para movimentar diferentes partes do corpo, como pescoço, olhos, cabeça, torso, braços, pés e hastas (mudras) numa unidade do movimento. Basicamente, há uma exigência muito grande dos quadríceps e articulações dos joelhos, tornozelos e coxo-femural. Escolha um profissional que tenha bom conhecimento em alinhamento e organização muscular e articular para que sua prática se desenvolva com segurança.

Há alguma restrição para a prática?
Qualquer pessoa a princípio pode praticar dança Odissi, seja qual for sua motivação. As restrições ficam por conta das pessoas que sofrem de dores ou problemas nas articulações mais exigidas durante a aula.

Há cursos livres de Odissi?
Embora pouco difundida no Brasil, há cursos livres no formato de aulas regulares. O período de formação leva, em média, de 8 a 10 anos. Há necessidade de viagens à Índia para intensivos e pesquisa de campo. Mas, com 2 anos de práticas regulares, já é possível dançar coreografias simples do repertório clássico Odissi.

As coreografias "contam histórias" como no balé clássico?

Há dois aspectos na dança clássica indiana, a dança abstrata, desprovidada de significado, em que os gestos das mãos existem para dar beleza ao movimento. O segundo aspecto é a dança expressiva, onde o dançarino-ator utiliza um extenso repertório de linguagem gestual (hasta) e da dramaticidade do corpo para narrar visualmente épicos da literatura hindu.

Há outros estilos de dança indiana?
A Índia tem sete estilos de dança clássica que diferem na origem, técnica e figurino, são eles: Bharatanatyam (Tamil Nadu), Kuchipudi (Andhra Pradesh), Kathak (Benares e Jaipur), Kathakali (Kerala), Manipuri (Manipuri), Mohinniatam (kerala) e Odissi (Orissa).


Onde praticar dança Odissi 
Padmaa - Arte e Cultura
Tel.: (11) 3868-2954
contato@padmaa.com.br
www.padmaa.com.br
Imagem: www.tabla.sr

Dança do ventre: use a sensualidade para alcançar boa forma


 

Essa é uma maravilhosa matéria encontrada no site do yahoo sobre dança do ventre e seus benefícios, aproveitem Bellydancers.

 

Dança do ventre: use a sensualidade para alcançar boa forma

Pernas, braços, glúteos e barriga são trabalhados durante a prática

Por Minha Vida
 

A boa forma física está diretamente ligada a uma íntima sensação de bem-estar. A felicidade é tanto resultado como estímulo para a produção de substâncias químicas fundamentais para a nossa saúde. Para quem precisa encarar com mais seriedade uma rotina de atividade física, é importante lembrar que de nada adianta ela ser perfeita do ponto de vista fisiológico, ou ser a da moda, ou a mais em conta financeiramente. Se você precisa perder peso ou melhorar o seu condicionamento, procure por algo que também desperte bons sentimentos. Para as mulheres, uma ótima opção é adança do ventre. 

Kelly dos Reis Cavalcanti ensina duas turmas por semana na escola de dança Laura Flores em Florianópolis. Já no início da aula, é possível perceber que um corpo saudável e atraente combina muito bem com sorriso e leveza de espírito. 

O treino é composto de exaustivas repetições, muito suor e dedicação. Em uma hora é possível queimar cerca de 700 calorias. Os benefícios de quem pratica esta dança oriental, um misto entre Arábia e Índia tanto nas cores, nos movimentos de mão e de olhos quanto nas músicas, são muitos. "Depois de alguns poucos meses praticando já possível perceber o fortalecimento de pernas, braços e glúteos. Além disto, os movimentos vibrantes trabalham a região pélvica, intestinos, útero e ovários", explica Kelly. 

Além da questão aeróbica, muito ritmo e exercícios intensos de quadril, pernas, braços e cintura, a dança do ventre exige sensualidade. "Em função da correria da vida, deixamos de lado esse importante aspecto, mas com a dança a sensualidade volta", afirma a professora.  

Entre tudo que se pode esperar de uma atividade física, a dança do ventre oferece todos os benefícios para o público feminino. Segundo a professora, a prática influencia diretamente na autoestima, no bom humor e na auto-confiança. 

Para quem nunca tentou, é importante estar disposto a se descobrir. "A dança do ventre funciona também como uma terapia", afirma Kelly. Muitos dos exercícios são realizados diante do espelho, você em contato com a sua projeção. E nisto surgem as roupas que cumprem vários papéis. "As moedas em torno dos quadris servem de guia para saber se o movimento está sendo realizado corretamente". Além disso, a sensação de fazer parte de uma fantasia proporciona um distanciamento para que a mulher se entregue aos movimentos sem medo ou vergonha de si mesma ou dos outros.  
A dança do ventre exige ritmo, disciplina, fortalece os músculos, tem uma alta queima calórica e ainda deixa a mulher mais sensual e feminina. 

Os movimentos, por não serem comuns a nossa cultura, assim como a música, as roupas e as coreografias, exigem uma presença atenta para que o exercício possa ser realizado com competência. E é aí que a modalidade ganha adeptas de todas as faixas etárias. Sem contra indicação, a dança do ventre pode ser realizada por qualquer mulher que queira se conhecer, colocar o corpo para mexer e descobrir formas ainda mais femininas. 

Foto: getty imagens

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Manifestações no Egito

Nesta sexta-feira, (dia 11 de Setembro de 2011), o ditador Hosni Murabak renunciou ao governo após 30 anos de poder e de 18 dias de protesto dos egípcios contra sua presidência. O anúncio foi feito pelo vice-presidente egípcio Omar Suleiman. Segundo Suleiman, um conselho militar assumirá o poder. Após o pronunciamento de Suleiman que foi transmitido pela TV estatal, os manifestantes presentes na Praça Tahrir, no centro do Cairo, festejaram. Hosni Mubarak assumiu a presidência do Egito em 14 de outubro 1981 após o assassinato do então presidente Anwar Sadat.

 O governo de Mubarak deve como base a lei de emergência que dá aos Estados poderes repressivos para reprimir militantes islâmicos no país, seu governo foi mediador entre israelenses e palestinos apoiado pelos Estados Unidos. Mubarak, que era vice de seu antecessor, venceu quatro eleições presidenciais - sendo que em três disputou como candidato único. 
Nas eleições de 2010. Observadores independentes e ONGs internacionais acusaram de fraudulentas as  eleições parlamentares do Egito, onde afirmaram que os resultados foram manipulados para favorecer o Partido Nacional Democrático (PND), do presidente Hosni Mubarak.
Representantes de organizações como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch (HRW), também acusaram em entrevistas coletivas a falta de transparência e a baixa participação eleitoral - entre 10% e 15%. Observadores fizeram referência ao "ambiente eleitoral obscuro", enquanto centenas de manifestantes protestavam nas ruas do Cairo. 
As outras denuncias foram atos de violência contra candidatos, militantes e eleitores, medidas tomadas pela polícia egípcia para impedir a entrada de observadores eleitorais independentes e representantes de muitos candidatos da oposição nos locais de votação e membros do partido Irmandade Muçulmana, a maior força opositora do Egito, denunciaram a prisão de pelo menos cem membros da legenda durante as eleições. As ONGs também revelaram a existência de cédulas eleitorais marcadas em favor de candidatos do PND.  
Os protestos:
As manifestações no Egito começaram no dia 25 de janeiro estimulados pelos manifestos da Tunísia que resultaram na queda do presidente Zine El Abidine Ben Ali. O evento, intitulado “dia da ira” um dia de revolução contra a tortura, corrupção, pobreza e desemprego, contou com a participação de grupos sindicais, militantes islâmicos, entre outros.Os manifestantes tinham três objetivos principais: suspender a lei de emergência que vigora permanentemente no país (e que viola liberdades civis), forçar a saída do ministro do Interior e impor um limite temporal ao mandato presidencial.Redes sociais como facebook foram usados para confirmação de presença nos eventos. Mais tarde o governo bloqueou as redes sociais.
Para conter as manifestações o governo Egípcio proibiu reuniões públicas, protestos e passeatas e quem contrariasse as ordens seria preso e processado. Entretanto nada disso intimidou os revolucionários que permaneceram nas ruas contra a permanência de Murabak.
Para acalmar a população o governo egípcio anunciou no dia de 29 uma nova administração que não acalmou em nada os egípcios que continuaram com as manifestações.
No dia 2 de fevereiro Manifestantes pró e contra Mubarak travaram uma batalha campal na praça Tahrir com pedras, paus, facas e barras de ferro. Segundo a HRW cerca de 297 pessoas morreram durante os 18 dias de protestos.

Fontes: uol noticias, bbc Brasil, o estado de São Paulo, o dia.terra.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Kaliandra Kali - dança cigana

Explique com suas palavras como é a dança cigana?
A dança cigana é a manifestação de sentimentos que envolvem o povo cigano, seja dor, tristeza, medo, alegria.
A dança cigana é uma dança interpretativa e não simplesmente coreográfica.
Claro que os não ciganos precisam aprender os movimentos e os ritmos da dança cigana, mas os(as) ciganos(as) nascem dançando, seguem copiando os mais velhos e com o tempo seguem apenas a melodia da canção e deixam o coração dançar primeiro. Parece algo muito poético, mas se analisarmos outras danças étnicas, poderemos perceber esse mundo paralelo. No fundo eu acredito que qualquer estilo de dança requer sentimento à flor da pele - devoção.
De qual clã veio seus estudos?
A pessoa que me introduziu ao mundo dos ciganos não era cigana de sangue. Mais tarde conheci uma kalin, que por motivos de fidelidade, não posso revelar o nome do clã. Apenas posso afirmar que era kalón.
Quais foram seus professores?
Comecei meus estudos através do flamenco com Marina Diaz. Essa professora fazia questão de nos ensinar o flamenco clássico, e por várias e várias vezes citava a influência dos ciganos no flamenco. Muitas vezes ela ensinava um baile e nos mostrava a versão cigana e a versão mais puramente flamenca. Porque muita gente confunde, mas flamenco é flamenco e dança cigana é dança cigana. Tem influência, mas não é a mesma coisa. Depois estudei sozinha por 5 anos a dança cigana, estudando vídeos, lendo muito, não só que vendo na internet, mas principalmente em livros. Fui buscando contatar ciganos em minha cidade e região, o que é bastante difícil, já que são muito fechados em seus clãs e qualquer gadjé que aproxime, não é bem visto. Ainda mais curiosa como eu sou.
Acabei fazendo workshop com Estrela muito recentemente. Minha professora mesmo é uma cigana kalin de São Paulo de nome Syluéh Nazzira.
Estudei e estudo ainda dança do ventre com Rossana Mello em Ribeirão Preto, e nossa caminhada juntas já passa dos 5 anos, Mas comecei mesmo a estudar dança do ventre em 2000.
Quando e como surgiu seu interesse pela dança cigana?
Meu interesse pela dança cigana nasceu comigo. Desde criança eu tinha apelido de ciganinha, por só querer usar saias compridas, muitas pulseiras e brincos. Toda vez que passava uma caranava por perto da minha casa eu corria atrás para desespero de minha mãe, por conta da lenda que “os ciganos roubam crianças”. Mas fui crescendo e aquela admiração foi ficando guardada dentro do meu coração. Aos 15 anos assisti pela primeira vez um show de flamenco em minha cidade e a postura e as mãos e os giros, rodavam dentro da minha cabeça. Era o auge de Sidney Magal, e meu primeiro nome civil é Sandra. Imagina se não passei a ser cigana Sandra Rosa Madalena. Curiosamente minha iniciadora nas Artes Ciganas se chamava Rosa.
Bem mais tarde, quando comecei as aulas de flamenco em 1996, veio à tona a minha ciganice. Desde então nunca mais parei de buscar informações, aprendizado, enfim... Dar vazão a essa paixão.
Qual foi a melhor festa cigana que em você participou?
Complexa essa pergunta, pois eu deveria ser imparcial, mas devo ser sincera né? A melhor festa cigana que eu participei foram as 3 slavas que promovi em minha cidade juntamente com meu grupo - rsrsrsrs Anualmente, realizamos uma festa em homenagem a Santa Sara Kali. Em 2011, já agendamos para dia 11 de junho.
Mas festa cigana é festa cigana. É diferente, é vibrante. Foge totalmente dos padrões de qualquer outra festa. Só estando em uma para sentir o que as palavras não conseguem traduzir. Lembrando claro que a tradicional festa de Santa Sara da Família Sbano, é sem dúvida uma excelente opção para quem nunca participou. Pela organização e por ser uma festa reconhecida..... afinal os Sbanos são um ícone da família cigana em São Paulo, referência.

Na sua opinião qual é a melhor dançarina de dança cigana?
A Marina, a melhor bailarina de dança cigana sempre vai ser a cigana. Porque a dança faz parte da sua alma.
Existem sim, bailarinos e bailarinas de flamenco que são ciganos, assim como existem ciganas hoje que se destacam no universo da dança do ventre.
Por isso não aponto nomes.
Posso citar pesquisadoras de dança cigana que muito contribuem em nosso país com informações sérias  e pertinentes, tais como Estrella e Allyta Suhair, que gosto e admiro muito. Imprescindível citar Samira Samia, pioneira no ensino da dança cigana.
Posso cometer a indelicadeza de ter esquecido grandes nomes, mas como referência, esse é o caminho dentre os não-ciganos.
Agora, também não poderia furtar-me a honrar minha mestra Nazzira, pois aquele que não honra seu mestre não é digno do que lhe é oferecido.
Quais livros recomenda para estudo da dança cigana?
Especificamente sobre a dança cigana não temos livros disponíveis. Mas se você quer saber sobre dança cigana, tem que estudar os ciganos. Eu sei da existência de um livro de nome A Magia da Dança Cigana de Sueli Lyz, que embora não tenha lido ainda, pois não consigo comprá-lo, foi à única fonte que achei publicado no Brasil até hoje. Devo citar ainda, que recomendo sempre, estudar sobre o povo cigano, pois é a ponte para se chegar a sua dança e entendê-la de fato. Não sou cigana, sou bailarina, e como bailarina a preocupação é a fidelidade com a dança que executo.
Qual foi a melhor performance de dança cigana que você já presenciou? Aquela apresentação que te deixou de boca aberta.
No Brasil? Nenhuma. De bailarinas mesmo, nenhuma. Porque o cigano não comercializa sua dança, então as poucas aparições e demonstrações públicas são raras. Mas qualquer apresentação de uma cigana vai te deixar de boca aberta.
Ouço muitas opiniões sobre mexer ou não o quadril na dança cigana. Agora eu quero ouvir sua opinião, na dança cigana, a cigana pode mexer sim ou não o quadril?
Claro que a cigana mexe os quadris - rsrsrsrrsrs Onde ouviu isso??? As Cigana mexem os quadris, e ás vezes muito como as gawazes (ciganas egícias), karsilamas (ciganas da turquia), até mesmo na dança cigana "espanhola", se mexe os quadris. Até o flamenco tem requebrado, porém mais contido, mesmo assim tem.
Porque a dança cigana do Brasil é tão diferente da dança cigana Espanha?
Eu vou discordar de você. Inclusive a predominância no Brasil é da dança cigana espanhola, porque os ciganos no Brasil, vieram principalmente de Portugal e Espanha.
Cite alguns vídeos, (links), de dança cigana na net que você considera os melhores.
Karla Jacobina:
Saphira:
São bailarinas brasileiras e não ciganas.
Agora, uma diversidade:
Dança cigana do Norte da Índia, a Banjara:
Karsilama - dança cigana "turca" embroa nçao concorde com o termo - rsrsrs
Dança cigana turca - maravilhosa (Leonsia Erdenko) essa é cigana de verdade e russa
Uma autêntica cigana brasileira, minha mestra, ela não se deixa filmar sempre rsrsrsrrs
E obviamente eu mesma - rsrsrsr
Você consegue me dizer como é a dança cigana no Oriente?
Baseando pelos vídeos relatado acima, você pode ter uma idéia. É assunto muito extenso devido às suas várias e diversas particularidades. Acredito ser terma de mais uma entrevista - rsrsrs
Uma dica para quem quer fazer dança cigana.
Procure conhecer bem sua professora. Peça comprovação do que ela fala. Hoje no mercado temos várias professoras de dança cigana que fizeram um workshop na vida e já se acham professoras. Dança cigana não é balançar saia e ficar rodando igual peru. Tem técnica sim, tem que conhecer de onde surge o movimento e seu significado. Tem que saber que cada dança tem um traje especial, conhecer seus adereços e o simbolismo deles. Até para se julgar uma dança cigana tem que ter muito, muito conhecimento. Desconfie de quem se diz muito entendido no assunto. Em matéria de dança cigana, nunca se sabe tudo e quando acha que sabemos muito, descobrimos que tem mais um "mundo" de coisas pra aprender.
E uma dica para quem já faz dança cigana.
Ler, ler, ler. Estudar. Livros. Praticar, praticar. Ouvir muita música cigana e não somente Gipsy Kings (nada contra, amo eles, mas se tem muito mais a conhecer). O universo de música cigana é ilimitado. Cada região, cada grupo tem seus costumes, sua diversidade, sua música. Aconselho assistirem o filme Latcho Drom de Tony Glatiff (1993) só para terem uma idéia do quanto existe a ser buscado.
Uma mensagem para as(os) leitoras(os).
Hay que se tener sangre gitano para se bailar el baile gitano.
Não acreditem nisso ...
Estudem, leiam, praticam, busquem.
Eu costumo dizer que a dança cigana liberta a alma.
Então, libertem-se
Optchá!!!!




segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Esteticista para Bellydancer

Toda bellydancer merece uma pele linda e magnífica, por isso recomendo Dora.
E porque eu a recomendo vou contar a minha historia
Quando entrei na adolescência minha pele era lisa e sem manchas, porém com o passar do tempo às espinhas surgiram e quando elas estouravam surgiam manchas vermelhas, muitas manchas vermelhas, fui ao dermatologista e ele me recomendou acido que ressecou minha pele e nada tirou, voltei ao medico que passou outro acido que mais uma vez não funcionou e foi assim com inúmeros médicos, até que o último me recomendou peeling.
Bom! lá fui eu fazer peeling.
A esteticista muito simpática me disse “5 sessões para dar os primeiros resultados”, fiz as 5 sessões e não notei mudança alguma, essa tal esteticista insistiu “  faça mais que você verá os resultados, é assim mesmo demora” e lá fui eu fazer mais sessões, e eu sempre dizia não to vendo resultado, e ela insistia” é assim mesmo demora”. Até que finalmente eu desisti por minha conta, (porque se dependesse dessa profissional eu continuaria).
Fiquei muita deprimida e convencida que jamais tiraria essas manchas, mas minha amiga já havia há muito tempo me recomendando outra esteticista que fazia tratamento com laser, com muito custo e desanimo resolvi ir.
Chegando no consultório da Dora expliquei o meu caso e ela olhou para o meu rosto e disse, “você tem rosácea, isso não são manchas são vasos sanguíneos, vamos aplicar o laser para diminuir esses vasos”, ou seja, todo peeling e ácidos receitados por “profissionais cretinos nunca resolveriam meu problema”.
Dora me fez 3 sessões de graça , só começou a me cobrar quando os primeiros resultados apareceram e deixou claro, é no Maximo melhora de 50% a  70%, e todo ano você tem que fazer.
Infelizmente nunca terei uma pele sem os rosados, mas finalmente estou livre de frustrações, por isso recomendo Dora esteticista.

Pró-Estética fone: (11) 5084-5248
Rua: Vergueiro, 2045 –conj. 1103 – Vila Mariana – SP
Próximo ao metrô Ana Rosa