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domingo, 14 de outubro de 2012

what's the difference of Shaabi and Balady?


Shaabi evolved out of baladi, is very popular in Egypt, Algeria and Morocco. It's a happy song and simple, much like the Berber tradition and gnaua, the music comes from the ancient ceremonies of Guinean slaves who passed through Morocco towards America, mingling with all the other elements of modern Arabs. In modern Shaabi the lyrics can be quite similar to balady,( talk about the peoples, country),  but with a pop/modern rhythm. The music is similar to western pop; often the songs have a strong beat. The lyric is upbeat, cheeky, brave and with slang. Hakim and Saad are shaabi
The rhythm Saabi: Music Shaabi can contain balady  rhythms, but according to Roberta Salgueiro a hallmark of the style is the Shaabi is the "Mawal" (an singer's  improvisation   on the introduction  music), where there is an introduction of the history of music making with the viewer understands the message of the song.
How do if Shaabi dance?
According to Farida Mahaila dance Shabbi need up a lot of humor, expression, (sometimes gestures and expressions are used to interpret the lyrics), charm and playfulness; spins is not common, nor large displacements, most steps are with feet on the ground, there isn't a dance with elegant posture, (kind of dancer posture), the movements are simple, basic traditional (eights, rounds etc), but the dance is very full of feeling and emotion.
The costumes Shaabi: the principle  the peoples wears  galabaia, but today can wear any outfit.

Baladi, (my land). Comes from people who migrated from rural areas, villages among others, to the cities and brought their dance with them. There isn't a folk dance and popular dance. Says the legend that was the baladi that gave rise to belly dance.
Surya Hilal says: “Awalad el Balad (the children of the country)… The term describes the particular identity of the working class people, the people who have migrated from rural villages and farming communities and settled in the cities, creating their own kind of community. Awalad el Balad is also a term that refers to the “real Egyptian” , or ” Masri Asil”, as opposed to the Western occupiers and Westernized Egyptians, known as “Afrang”. This is an important distinction for Egyptians, who have been ruled by foreigners for long periods of their history.”
Baladi rhythm: Rhythm of baladi is maksoum with 4/4 time
DUM DUM DUM TAKATA TAKATA. 
How do if baladi dance?: traditionally is improvisation  and with simple steps like eights, camels, round and graceful movements with your hands and arms. 
The costumes Baladi: Galabaia with headscarf and in hip, (usually the hip scarf has medals).


Source: http://www.aswandancers.org/shaabi.htm
http://eibarkolasalleirratia.org/lamardemusicas/?tag=chaabi-shaabi
http://bellydance-adventures.com/baladi-and-shaabi/
http://hannaaisha.blogspot.com.br/2009/11/danca-baladi.html
http://www.bhuz.com/music-traditions-styles/15838-shaabi-versus-balady-what-difference.html

sábado, 1 de setembro de 2012

A música Shaabi


O texto foi retirado da Wikipedia inglesa
Shaabi (الشعبي em árabe), também conhecido como chaabi, Sha-bii, ou Sha'bii, refere-se a dois gêneros musicais diferentes no Norte de África:
Marroquina chaabi
Chaabi argelino
Música chaabi é freqüentemente encontrado em casamentos e este estilo é frequentemente associada com festivais. O uso da linguagem popular e da criação de novos ritmos fizeram este estilo um complemento essencial para a dança.
Artistas populares: Hicham Bajit, Jedwane, Daoudi Abdellah, Senhaji, Najat Aâtabou, Hajib
   Chaabi da Argélia (Não deve ser confundida com a Chaabi marroquina).
 Chaabi é uma tradicional música da Argélia, que se tornou popular com El Hadj M'Hamed El Anka.
Originalmente da Casbah, Shaabi apareceu pela primeira vez no final do século 19, inspirado em tradições vocais de música andaluza árabe, (também a casa de música flamenca). Chaabi na Argélia significa simplesmente "povo ou folclore".
Uma canção típica possui traços de lamurias, vocais árabes / berberes, o grupo contra um pano de fundo orquestral de uma dúzia de músicos, com violinos e bandolins túrgidos, indo para uma melodia de piano até as palmas entrando no ritmo da percussão. Embora partes das músicas abordarem temas com Flamenco,(o amor, a perda, o exílio,a amizade e a traição), Chaabi é uma música tradicional e profundamente conservadora e suas letras, muitas vezes levam a  uma forte mensagem moral.
A principio Chaabi era considerado um gênero escandaloso, prosperando a portas fechadas ou em locais específicos chamados "Mahchachat" onde os admiradores deste estilo, tomavam café, chá ou fumavam. No entanto ao final dos anos 1950, tornou-se a música do povo, tocada em casamentos e festas religiosas e El Hajj Muhammad El Anka, "o pai de chaabi" também apelidado de "o Cardeal", El Anka realizou cursos no Conservatório da Argélia dedicou 50 anos de sua vida para Chaabi, e morreu em 1978.
Fonte: Wikpedia.Org tradução: Rubí

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O início da imigração árabe na 25 de março e centro da cidade.



O início da imigração árabe no centro da cidade.
A região da 25 de março abriga grandes redes de comércios árabes instaladas principalmente na própria 25, Ladeira Porto Geral e as ruas Basílio Jafet, Comendador Abdo Schahin, Barão de Duprat e Afonso Kherlakhin, esses locais contém vestígios do início da imigração no centro de São Paulo no fim do século 19.
Em depoimento a Metrô News, Samira Abel Osman professora de História da Ásia na Universidade Federal de São Paulo, (Unifesp), e especialista em comunidade árabe, alega que a pose da área da 25 de março foi devida aos terrenos serem mais baratos e facilitarem a chegada dos imigrantes.
Samira também afirma que sírios e libaneses não possuíam interesses em abrir lojas, a principio suas rendas eram adquiridas através do mascate essa pratica era bem comum até a 2ª Guerra Mundial em 1945. Por fim no início do século 20 a comunidade árabe se destacava pelo oferecimento de apoio e grupos de famílias. O *armarilho foi bastante usado pelos árabes para facilitar o trajeto de venda de cama, mesa e banho e outros itens, e foi assim que se deu o comércio atacadista e varejista da 25 de Março. Samira acrescenta também que os imigrantes eram do império Otomano com passaportes turcos.
Referencia: Árabes chegaram á 25 de Março no século 19
By Wellington Alves Para Metrô News www.metrônews.com.br